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31/08/2026 • 04:05

Jhon Arias lidera números de chances criadas e desarmes desde sua estreia no Palmeiras


Desde que vestiu a camisa do Palmeiras pela primeira vez, Jhon Arias provou que não chegou apenas para compor elenco, mas para ser o verdadeiro coração tático da equipe de Abel Ferreira. Muito além da técnica refinada, o colombiano apresenta uma intensidade e um vigor físico raros no futebol sul-americano.

Para facilitar a compreensão do impacto real e irrefutável do jogador em campo, separamos o raio-X completo com o desempenho do atleta desde o seu primeiro jogo pelo Verdão.

Raio-X estatístico de Jhon Arias no Palmeiras

  • Jogos disputados: 36
  • Gols marcados: 8
  • Assistências: 6
  • Frequência participativa: 1 participação direta em gol a cada 179 minutos (!)
  • Grandes chances criadas: 10 (!)
  • Passes decisivos: 53 (!)
  • Acerto nos passes: 88% (!)
  • Duelos ganhos: 169 (média excelente de 4.7 por jogo!)
  • Desarmes: 54 (média de 1.5 por jogo!)
O jogador Jhon Arias, da SE Palmeiras, disputa bola com o jogador do Santos FC, durante partida válida pelas quartas de final, volta, da Copa do Brasil, na arena Nubank Parque. (Foto: Cesar Greco/Palmeiras/by Canon)

O que esses números representam na prática?

No futebol moderno, Arias representa o pesadelo de qualquer sistema defensivo. Os dados ofensivos evidenciam que a construção de jogadas passa obrigatoriamente pelos seus pés. Sustentar esse volume altíssimo de criação com 88% de acerto nos passes mostra que Arias não é um jogador que rifa a bola, ele encontra soluções inteligentes e milimétricas mesmo sob forte pressão adversária, quebrando as linhas de marcação com imensa facilidade. O fato de participar diretamente de um gol a cada duas partidas completas comprova seu poder de decisão.

Além disso, o que eleva o patamar do colombiano e o torna o atleta perfeito para o esquema palestrino é o seu comprometimento inegociável sem a bola. Os impressionantes números de duelos ganhos e desarmes para um homem de frente traduzem uma capacidade ímpar de morder a saída do adversário, encurtar os espaços defensivos e iniciar transições rápidas já no campo de ataque. Ele é, literalmente, um operário incansável.

O retorno às origens e o espetáculo no Nubank Parque

A dinâmica tática de Arias ganhou um novo e decisivo capítulo. Com a saída de Allan, o colombiano voltou a atuar pela direita, que é exatamente onde ele sempre jogou e se destacou nos tempos de Fluminense.

Essa mudança surtiu um efeito imediato e avassalador no clássico contra o Santos, disputado no Nubank Parque. Atuando pelo lado direito, Arias jogou muito bem e comandou as ações da equipe, criando chances claras de gol. O grande lance espetacular do jogo foi protagonizado justamente por ele, que deu um chapéu de costas, aplicou uma meia-lua em seguida e entregou a bola limpa para Vitor Roque, que acabou perdendo a chance de marcar. A atuação monumental reafirma que, posicionado em sua zona de conforto, Arias não apenas infla as esta



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